A “ameaça” Asiática

30 / Jun / 07

Sempre se ouviu falar da ameaça que representaria para a economia Europeia os produtos vindos de países asiáticos e da forma como se pretendeu dizer que iriam entrar e conquistar tudo e todos. Na minha área de negócio, o que se tem verificado é um pouco o contrário, como forma de entrarem na Europa, venderam a baixo custo e como resultado o que conseguiram??? Apenas o lucro fácil, a curto prazo. É um descrédito total face a esses produtos porque com a ganância de produzir a preços baixo para assim conquistar o mercado o que conseguiram foi baixar a qualidade. Ai sim, nota-se uma grande diferença entre os dois mercados.
A forma como eu julgo que as empresas Europeias e nomeadamente as pequenas e medias empresas Portuguesas terão que para combater esta realidade é caminharem para a excelência! A excelência tem forçosamente que ser conseguida quer pela qualidade dos serviços quer pela qualidade dos produtos.
Para alcançarem esse objectivo as empresas vão ter que investir no capital humano, ou seja, melhor qualificação dos seus colaboradores através da formação, melhores condições de trabalho e perdermos todos esta mania tão nossa de acharmos continuamente que somos os piorem em tudo.
Como complemento deve existir um claro e inequívoco investimento das empresas na qualidade e na investigação e desenvolvimento de novos produtos.

   Luís Duarte

A classe politica

26 / Jun / 07

ANTES DA POSSE
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.

DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA

( E-Mail enviado por alguem! )

iPhone

25 / Jun / 07

                         

 

Brevemente o iPhone chegará á Europa e a Portugal. Segundo se diz será para o final do ano, ou seja, uma excelente prenda de natal para oferecer a mim próprio! Mas será que vai ser o sucesso que se prevê que seja? Vai chegar aos calcanhares do iPod?

Quando se consulta o site da APPLE http://www.apple.com/iphone/ só se pode chegar a uma conclusão: o produto é fantástico com um pequeno senão, a resolução da câmara é um pouco baixa tendo apenas uma resolução de 2.0 Megapixel o que temos que admitir é um pouco baixo quando se compara com o que a concorrência está a fazer de momento.

A APPLE com este produto pretende lançar no mercado um produto com características únicas, um “tudo em um”. Mas será que a APPLE vai ter o sucesso que teve com o iPod? Segundo Al Ries disse no programa “Pessoal e Transmissível” da TSF estes produtos têm tendência ao fracasso. Eu cá estarei para avaliar, e serei dos primeiros a comprar!

O segundo semestre

15 / Jun / 07

Qual o balanço deste 2º semestre??? Primeiro que tudo foi diferente! O trabalho interdisciplinar na minha opinião é bastante mais interessante do que fazer diversos trabalho para as três disciplinas. Mas tem o senão de que ou participam todos a tempo e horas ou torna-se bastante mais difícil de realizar. O tema escolhido é muito agradável e acho que todos nos ficamos com uma ideia bastante completa do que é o mercado automóvel.

Eventos! De certa forma foi a cadeira que mais me agradou porque passei a olhar para os “eventos” de uma outra forma, pelo menos a perceber o trabalho que dão a organizar. Nada como saber o que está por trás de um evento para se valorizar e dar o mérito devido a quem o organizou.

Trabalhos de grupo! Não achava piada nenhuma e agora muito menos, pelo menos da forma como são feitos. Cinco pessoas é gente a mais, os membros do grupo atrapalham-se uns aos outros e o trabalho acaba sempre por sobrar para os mesmos! Três pessoas é o número ideal para se fazer trabalhos deste género, com esta complexidade, como tal no próximo semestre os grupos deveriam ser reduzidos a bem do excelente relacionamento que existe entre as pessoas da turma.

2º Semestre - trabalho interdisciplinar

4 / Jun / 07

ANÁLISE E DIAGNOSTICO AO MERCADO AUTOMOVEL PORTUGUÊS NOS ANOS DE 2003, 2004 E 2005

Para avaliação nas disciplinas de Marketing Estratégico e Operacional, Comportamento do Consumidor e Estatística Descritiva foi-nos solicitado pelos docentes das cadeiras a realização de um estudo com o objectivo de analisar e diagnosticar o mercado automóvel em Portugal.

Para a sua realização foram feitas diversas pesquisas na bibliografia aconselhada para as diversas disciplinas e ainda através da consulta de páginas da Internet consideradas de interesse.

Utilizou-se como base estatística os dados fornecido pela ACAP – Associação do Comércio Automóvel de Portugal, os dados publicados pelo jornal Auto Sport, Guia do automóvel 2007, Revista Exame, European Motor Vehicle e ACEA – Association des Constructeurs Européens d’ Automobiles.

Por uma questão de organização e clareza, o trabalho foi estruturado da seguinte forma: em primeiro lugar, fazemos uma caracterização do mercado Português logo seguido por uma breve caracterização do mercado Europeu. De seguida apresentamos as revisões bibliográficas de Segmentos de mercado com uma análise do segmento dos “small Cars” em Portugal, revisão bibliográfica sobre posicionamento e revisão bibliográfica sobre comportamentos do consumidor. Por ultimo apresentamos o inquérito realizado a 50 pessoas e a análise estatística dos dados obtidos.

 

CONCLUSÕES

Após analisarmos os dados observados podemos concluir que tanto nos ligeiros de passageiros como nos comerciais verifica-se uma diminuição nas vendas no ano de 2006 mas, o parque automovel continua a aumentar. Em 2005 temos 397 ligeiros por cada mil habitantes e 125 comerciais por cada mil habitantes.
Analisando as unidades vendidas por importador concluísse que os maiores importadores são a Renault, Siva, GM, Peugot, etc.
Quanto à forma como os veículos são distribuídos em Portugal existem dois canais de distribuição que são o mercado oficial e o mercado paralelo. No mercado oficial existe um importador que por sua vez vende os veículos a um concessionário que os vai vender aos seus clientes, prestando todos os serviços para a manutenção dos mesmos. No mercado paralelo o stand vai ao estrangeiro adquirir o veiculo para o revender ao cliente, ficando com as garantias muitas vezes dadas pelos importadores comprometidas, no mercado paralelo apenas têm os dois anos obrigatórios de lei. Este canal de distribuição normalmente é utilizado para a venda de usados. 
As principais marcas concorrentes em Portugal são a Renault, Opel, Peugeot, Citroen, Ford e Volkswagen tendo um peso de 57,34% no mercado. Todas estas marcas utilizam como formas de comunicação a internet, revistas, jornais, outdoors e a televisão.
No conceito europeu verificasse um aumento da cilindrada nos veículos desde o ano 2000 assim como um aumento da potência dos motores. Os veículos a gasóleo vendidos em 2000 representavam 24,2% e em 2005 cresceram até 63,3%.
Os segmentos com maiores vendas em Portugal são os segmentos médio/baixo e o segmento médio que representam 65,6% do mercado.
Para quantificar o nosso segmento (médio/baixo) utilizamos o preço médio de cada modelo não tendo em consideração os extras adquiridos no momento da compra. Este segmento teve um crescimento de 2,79% totalizando 1.242.987.525,43€.
Quanto ao inquérito não se pode fazer uma análise conclusiva tendo em conta o número diminuto de inquiridos. Mesmo assim podemos dizer que 98% dos inquiridos têm carro próprio e apenas 10% dos mesmos tem carros da empresa.
As marcas preferidas são a Mercedes e a Volkswagen. Apenas 26% das pessoas estão a pensar trocar de carro brevemente das quais 38,5% vão se aconselhar nos concessionários oficiais das marcas e 30,8% vão se aconselhar em revistas da especialidade. Pretendem despender cerca de um mês para procurar um novo carro. As principais motivações para a procura são o consumo e o preço, os extras que gostariam de ter são o ar condicionado, ABS e o GPS. Como forma de pagamento pretendem pagar a pronto pelo que estariam dispostos a esperar entre duas semanas a um mês pelo novo carro. Na análise das atitudes face ao meio ambiente os inquiridos reconhecem a necessidade em se ter atitudes positivas face ao meio ambiente mas quando chega a altura da compra do novo carro as pessoas esquecem rapidamente as preocupações ambientais.
Observando os factores diferenciadores por ordem decrescente verificamos que questões como segurança e fidelidade são a principal preocupação e as questões ambientais são relegadas para ultimo lugar.

 

Luis Duarte, Hugo Ribeiro da Silva, Helder Lopes, Patricia Fernandes e Susana Gomes